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sábado, 16 de fevereiro de 2013

A Good Day to Die Hard

Realização: John Moore
Argumento: Skip Woods
Elenco: Bruce Willis, Mongo que faz de filho do Bruce Willis, Gaja óptima que faz de mázona

John Moore, meu grande filho da puta. Eu sabia que tu eras uma merda, um gordo seboso que nunca fez um filme bom na puta da vida. Também sabia que o atrasado mental que escolheste para escrever o guião é uma nódoa de Hollywood responsável por desastres como X-Men Origins: Wolverine e Hitman. Sei que os anos dourados de Die Hard já vão longe, e que aparentemente é pedir muito que se faça um filme de acção à antiga, com argumentos envolventes, anti-heróis e vilões geniais. Mas isto, John Moore, isto superou todas as minhas expectativas. O que ontem me aconteceu no cinema foi uma das experiências mais traumatizantes da minha vida.

Até tu, Bruce? Então que caia César! Oh traição, oh amarga e cruel traição! Tu Bruce, com as tuas dicas de merda, a tua postura de parvalhão e a tua nova maneira de fechar a boquinha à Zoolander - reparem na foto, ele passa o filme TODO assim. Tu eras um herói para mim, ajudaste na minha educação desde tenra idade. Tu eras o que todo o homem devia ser, e eu segui-te de olhos fechados e coração aberto, confiando em cada explosão, copiando cada manga-cava. Mas deixaste-me. Já não és o Bruce que eu conheci.

Gajo que faz de filho do Bruce, és uma merda.

E os vilões? QUE VILÕES SÃO AQUELES DEUS?! Ah são Russos que querem Urânio para armamento de Chernobyl e têm uma cena que afasta as radiações em 10 minutos e estão envolvidos no governo e mandam matar gajos e comem cenouras e fazem sapateado e PORQUÊ DEUS?!  Porque é que não ficaram em New Jersey? Porque é que se foram enfiar na Rússia? A Rússia não é fixe e principalmente não é fixe quando os Russos falam em Russo entre si durante parte do filme e Inglês noutra parte. E MUDAM SEM QUALQUER TIPO DE EXPLICAÇÃO. É isto: ненавижу американцев and launch the missiles!

E quando tudo é mau a este ponto, qual é a última esperança no coração do fã de Joh McClane? Que o Yippee Ki Yay seja incrível e nos faça levantar os braços ao céu em jeito de glória! Mas não, John Moore decidiu desperdiçar um Yippe Ki Yay numa das piores cenas dum filme que é todo feito por cenas horríveis.

Estou deprimido, e hoje não tenciono sair de casa o resto do dia. Resta-me apenas a esperança de que o 6º e último filme da saga seja realizado pelo John McTiernan e volte a dar alegria aos corações despedaçados de quem, como eu, nasceu num mundo onde terroristas de cabelo comprido louro e sotaque nórdico não levam a sua avante.


Golpes Altos: Homenagem ao 1º filme - queda do vilão em câmara lenta, cena do elevador e cena em que o vilão finge ser a vítima. A gaja que faz de má é óptima!

Golpes Baixos: Realização, elenco, argumento, sonoplastia, cinematografia, fotografia, guarda-roupa, efeitos especiais, TUDO!